Corre pelos conselhos de medicina responsáveis pela classificação de doenças nos EUA uma proposta para incluir o vício em videogames como uma desordem psicológica, no mesmo patamar do álcool e outras drogas.
Não entendemos de onde tiraram essa idéia. O que há de errado em passar alguma horas todo santo dia na frente do monitor, pensar em games o dia todo, sonhar com os puzzles e gritar com quem se atreva a interromper nosso ritual eletrônico?
Bem, está certo, alguns exageram mesmo. Mas que os americanos adoram inventar doenças modernas, isso é fato. Já não bastasse a tal da "síndrome do pânico" (aka. Covardia), depois vieram com o vício na internet, depois no celular e agora os games.
CLARO que exageramos com tudo isso e que faz mal, é antisocial, etc, etc. But who cares? Nos deixem ser e viver em paz (contanto que não saiamos atirando a esmo pelas ruas, claro). Essas preocupações são hipócritas já que o objetivo é sempre enquadrar a nova doença nos planos de saúde, criar tratamentos, remédios, terapias, livros e o que mais possa se cobrar dos 'pacientes'.
May the force be with you all! \\//
Nossa paixão por tecnologia pode nos levar ao extremo. E aparentemente não estamos sozinhos.
A violência nos videogames é tema de intermináveis debates nos tribunais (de países desenvolvidos, claro). Acusam ávidos jogadores de se tornarem verdadeiros 'monstros' graças às horas em frente ao monitor.