Todo o conceito de se comprar um produto mais caro, de uma boa marca e reputação se baseia na qualidade esperada desse mesmo produto, certo? Well, sort of.
Algo que hoje é muito frequente para compradores de eletrônicos (como nós) e também de eletrodomésticos (como elas) é a tal da Garantia Extendida. Explica-se: o produto tem uma garantia obrigatória por Lei, geralmente de 1 ano. Passado esse prazo, se quebrou, você si fufu.
Os fabricantes, do alto de sua sabedoria capitalista, inventaram então uma garantia de mais 2 e até de 3 anos para quem estiver disposto a pagar por essa tranquilidade. Até parece que eles mesmos não confiam no produto que vendem.
Parte dos problemas vem pelo lado do usuário, reles mortal que não tem a nossa capacidade de lidar com aparelhos sensíveis e de alta tecnologia. Mas parte é paranóia pura, medo de que aquele telefone tão caro nem dê pro gasto.
Seguindo essa linha, a Apple anunciou a extensão de garantia para o aclamado iPhone. Um marco de engenharia, caro pra burro aliás, já é suspeito de não durar mais do que 1 ano. No Brasil até entendemos o problema de roubos, mas em países melhores isso é pura subserviência dos consumidores.
Indo mais longe na teoria da conspiração, suspeitamos que a precisão tecnológica atual permite que se desenvolvam produtos com uma data fixa para quebrar: logo depois da garantia padrão, é claro.
May the force be with you all! \\//
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